Lições Bíblicas: “Como alcançar a verdadeira prosperidade”

Lição 11 — 1.° trimestre de 2012

A lição deste domingo apresenta três fatores que devem ser vistos na vida do crente que deseja ou que simplesmente chegará à verdadeira prosperidade: confiança nas promessas e na fidelidade de Deus, dedicação ao trabalho e uso consciente do dinheiro. A introdução traz à luz um bom tema para iniciar a aula: a busca do ser humano por fórmulas mágicas que lhe permita realizar os seus desejos (desde obter bens materiais até perder uns quilinhos) sem maiores esforços. No caso da prosperidade, o contraste é gritante com os três fatores citados. Utilize a “Orientação pedagógica” como introdução para a seção III.

Confiança na suficiência de Deus

As promessas espirituais de Deus sem dúvida são as mais importantes para o crente, mas o assunto da lição exige que você lembre as promessas materiais. A meu ver, o melhor texto para explicar o assunto é Mateus 6.25-34. Consulte um bom comentário bíblico sobre essa passagem, e terá muita informação para passar aos alunos. A oração do pai-nosso também contempla essa preocupação humana, e sugiro que você leia (ou releia, porque já o menciono em outra lição) o artigo “É proibido, diz Gondim” (leia aqui). Use também o texto de Filipenses 4.11,2, que mostra a provisão de Deus da perspectiva do crente (leia também 1Tm 6.7,8). Nesse momento, é oportuno lembrar a fidelidade de Deus em cumprir as suas promessas (tópico 2 da seção).

Dedicando-se ao trabalho

A Bíblia é bem clara em afirmar que o caminho do sustento material ou mesmo da prosperidade que leva à riqueza deve passar pelo trabalho. A humanidade está habituada ao trabalho desde o Paraíso (Gn 2.15), e devemos ter em mente a pergunta retórica do Pregador: “Não é, pois, bom para o homem que coma e beba e que faça gozar a sua alma do bem do seu trabalho?” (Ec 2.24). O apóstolo Paulo era rigoroso nessa questão: “Se alguém não quiser trabalhar, não coma também” (2Ts 3.10). Você pode introduzir aqui uma discussão sobre aquelas conhecidas figuras que dizem viver “pela fé”, mas se sustentam à custa de líderes e irmãos incautos que os convidam (e pagam) para ouvir mensagens vazias e falsas demonstrações de espiritualidade. Esses malandros não se esforçam por estudar a Palavra de modo a transmitir uma mensagem edificante à igreja. Vivem repetindo clichês e e fazendo “avivamentos” que têm o conteúdo de uma lata vazia. Eles não trabalham de verdade.

Um aspecto que você deve ressaltar aqui é a diligência, ou seja, o empenho para sempre fazer o seu trabalho da melhor maneira possível (Ec 9.10). Todo trabalho, por mais humilde, deve ser feito com dedicação e honestidade. O crente não pode ser picareta, porque estará prosperando por meio da fraude, não pelo caminho recomendado na Bíblia. Além disso, os melhores serviços costumam ser os mais bem pagos (basta lembrar os jogadores de futebol). O trabalho também pode produzir respeito e honra (veja aqui).

Usando o dinheiro conscientemente

Inicie esta seção estabelecendo a diferença entre consumo e consumismo, conforme sugere a “Orientação pedagógica”.  O crente, que tem acesso à sabedoria divina, não pode cair no engodo do consumismo. Não pode ser escravo de marcas nem de tendências, embora não seja obrigado se vestir fora de moda nem impedido de obter algo que lhe agrade, pois isso também seria uma forma de escravidão. O cristão é livre e tem a vantagem de poder escolher com sabedoria. Estourar o limite do cartão de crédito ou comprometer o salário de um ano com prestações apenas para satisfazer um gosto é uma atitude irresponsável e nada sábia.

O consumismo geralmente implica crueldade contra alguém, como a família que passa dificuldades porque o pai resolveu comprar um carro que estava além do seu orçamento. Nem as crianças escapam dos efeitos nefastos da ditadura do consumismo, às vezes sob uma aura de glamour e de aparente felicidade ou privilégio, mas cuja verdadeira face revela atos de insana competição, inveja, orgulho e mesmo maus-tratos físicos e psicológicos. Um exemplo bem claro está no artigo “Desconstrução infantil: processo caro e violento”, que escrevi sobre Suri Cuise, filha do casal Katie Holmes e Tom Cruise, e expressa muito bem essa realidade (leia aqui). Não deixe de passá-lo aos seus alunos.

A questão da contribuição já foi estudada na lição 9, em que expresso a minha opinião sobre a questão da obrigatoriedade do dízimo, e seria interessante você relembrar (leia aqui). No tópico 3 desta seção, o autor volta a citar 2Coríntios 9.7, onde Paulo recomenda que cada um contribua “segundo propôs no seu coração” e vincula esse princípio à entrega (como obrigação) do dízimo à igreja. O que se extrai do texto, porém, são diferentes formas de contribuição. O dízimo, sem dúvida, é uma delas, mas não é a única que Deus aceita. Se fosse a única forma de contribuição aceitável para Deus, então todos teriam de propor no coração a mesma coisa, o que não faz sentido. O grande ensinamento aqui é que cada um contribua conforme a medida de sua fé (e essa contribuição pode ser maior que o dízimo), consciente de que a Igreja, embora seja uma instituição divina, precisa de dinheiro para se manter e se expandir.

Lição 12 (leia aqui).

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16 comentários em “Lições Bíblicas: “Como alcançar a verdadeira prosperidade”

  1. Ajuda a África.

    Li muitas coisas na internet, também ouço falarem nas igrejas e até nas ruas, coisas que me enchem de satisfação em saber que o povo religioso, principalmente os cristãos em sua maioria são pessoas muitíssimas solidárias com o sofrimento dos nossos irmãos africanos, os quais sofrem a séculos. Mas ao invés de enviarem alimentos, remédios e dinheiro, eles enviam orações, que maravilha quanta solidariedade, quanta generosidade quanto amor ao próximo. Não enviam alimentos, remédios e dinheiro, porque isso dói no bolso, orações, enviam aos milhares não custam nada. As orações são tantas que o canal com Deus já deve estar congestionado de tanto pedido acumulado.

    Paulo Luiz Mendonça.

    Nota, orações para os que acreditam é uma forma de alertar Deus sobre o sofrimento que assola algum lugar do planeta, mas as pessoas que acreditam nisso, deveriam saber que Deus se existir realmente ele é onipresente, se é onipresente ele sabe das coisas melhor do que nós, então qual o sentido que existe em alertá-lo.

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  2. Como escolher sua religião ou não escolher nenhuma.

    Este manual está propondo ser prático e elucidativo, no que tange a escolha de qual caminho seguir durante nossas vidas aqui na terra.

    Artigo primeiro.

    Todas as pessoas, sejam elas de qualquer idade que estejam em plena capacidade de discernir sobre o que é certo ou errado, deve voltar-se para dentro de si mesma, fazendo um questionamento íntimo, perguntando: O que sei sobre religiosidade foi tirado do meu próprio raciocínio ou foi imposto primeiro pelos meus pais e depois pela religião professada por eles?

    Artigo segundo.

    Depois de ter feito o questionamento do artigo primeiro, volte seus olhares para a grande proliferação de igrejas que dia após dia são abertas em nosso país.
    Observem o grande numero de pessoas as quais se denominam profetas, analisem com muito critério suas pregações do evangelho, observem seus procedimentos se são de humildade ou de grande pompa, procurem saber dos patrimônios materiais adquiridos por estes que dizem com muita ênfase e convicção de serem verdadeiros representantes de Deus.

    Artigo terceiro.

    Após terem feito as pesquisas do artigo segundo, comecem a fazer um parâmetro entre a humildade de Cristo e a soberba e o enriquecimento vertiginoso destes que se dizem representantes divinos. Observem se eles comportam se como pessoas simples ou se eles adquirem mansões faraônicas, jatinhos particulares e grandes fazendas as quais se perdem de vista pela grandeza e sofisticação.

    Artigo quarto.

    Fazendo uma análise mais profunda, faça uma comparação entre as religiões do passado e as de hoje. No passado as religiões mantinham seus ensinamentos somente dentro dos templos religiosos, onde era e continua sendo lugar próprio para esta prática. Se sua religião é daquelas que gastam milhões de reais, dinheiro este tirado do bolso dos humildes para pagar os horários nobres das televisões e rádios, isso é considerado fora de propósito. Esta pratica se não é deveria ser proibida por lei. A proibição da mesma não existe porque os governos são, sempre foram, e sempre serão coniventes com esta prática vergonhosa, é só observar a não cobrança de impostos sobre dízimos e contribuições arrecadadas pelas igrejas.

    Artigo quinto.

    Quem quiser aprofundar-se mais no assunto e tirar dúvidas é só pedir para as instituições religiosas serem mais transparentes prestando conta de todo dinheiro arrecadado. Se a reação deles for de honestidade irão mostrar seus livros caixa sem nenhum problema, mas se a reação deles for de acusar o questionador de blasfêmia e que o mesmo está afrontando Deus, ou ainda dizerem que Deus e testemunha da sua honestidade. Diante destas respostas tirem suas próprias conclusões.

    Artigo sexto.

    O potencial de energia e inteligência que temos em nosso cérebro é extremamente poderoso. O problema é que nós seres humanos conseguimos usar apenas uma pequena porcentagem deste potencial. Entretanto a maioria dos seres humanos por preguiça mental não usam nem esta pequena parcela, deixando-se influenciar por correntes de ensinos duvidosos., os quais os levam a acreditar em promessas fantasiosas e mirabolantes, tais como prosperidade sem nenhum esforço, milagres de baciada e vida eterna para curtir as delicias do paraíso.

    Artigo sétimo.

    Como reconhecer um falso profeta.
    Reconhecer um falso profeta é muito fácil, pergunte ao gerente do banco se a conta gorda do referido, é conta conjunta com Jesus ou com Deus, se for conta conjunta é profeta verdadeiro, mas se a conta gorda está só no nome dele ou de laranjas é falso profeta. Para melhor confirmação, se os bens patrimoniais dele têm como sócio Jesus ou Deus é um profeta verdadeiro, mas se tiver só no nome dele ou dos seus familiares é falso profeta.

    Artigo oitavo.

    Cristo morreu pobre e desvalido. Quem esta usando seu nome, se enriquece com muita facilidade, será que cristo veio ao mundo para salvar a humanidade ou veio para enriquecer alguns privilegiados dando a eles o direito e a oportunidade de montarem verdadeiros impérios de poder e dinheiro.

    Artigo nono.

    Nunca procure prosperidade em igrejas Deixem disso, prosperidade tem que ser conseguida por nossos próprios esforços, temos que estudar com afinco, procurar aprender uma profissão, batalhar e, sobretudo levantar cedo, Pois Deus ajuda quem cedo madruga. Subornar Deus com dinheiro dado as igrejas para ter prosperidade, isso é um absurdo. Acho que podemos até chamar isso de estelionato contra o criador. Ora deixemos Deus em paz cuidando dos incapacitados, das criancinhas indefesas, dos idosos abandonados, os fortes e cheios de saúde tem que se virar por si próprio, mãos a obra minha gente, mais uma vez digo deixem Deus em paz.

    Artigo décimo.
    Devemos ficar perplexo em ver as pessoas acharem que Deus não tem inteligência, As pessoas são maldosas, egoístas, maledicentes e hipócritas. Não tratam seus semelhantes como a ti mesmo, nem sabem o que é isso. No entanto quando se encontram em dificuldades tanto financeira como com problemas de saúde, vão aos templos que oferecem milagres de baciada, e com a maior cara de pau tentam comprar com dinheiro dado as igrejas a atenção de Deus, para lhes socorrerem dos males que estão sofrendo.
    Ora Deus tem uma inteligência muito avançada e não irá ajudar quem não merece. Se Deus tiver que ajudar algum de seus filhos naturalmente ira ajudar aqueles que têm uma vida regrada, aqueles que são puros de coração, os falsos e hipócritas não adianta irem com dinheiro comprar a salvação. Se desejarem salvação o caminho não é este, o caminho é mudar a conduta, o procedimento e a maneira de viver, ai sim Deus poderá pensar no assunto.
    Paulo Luiz Mendonça.

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  3. Reflexão.

    O amor ao próximo é uma sementinha frágil, ela só germina se for plantada e cultivada no seio da família, não há outro ambiente que possa fazê-la sair do seu estado de dormência.

    Se a semente do amor ao próximo for cultivada de maneira correta, ela florescerá tão forte e destemida que se espalhará pelo mundo acabando com todas as guerras e desentendimentos da humanidade.

    Quando todos se irmanarem com o propósito exclusivo de cultivar o amor ao próximo, não precisaremos mais de nenhum tipo de religião para indicar o caminho a seguir, as mesmas se tornarão obsoletas.

    O mapa do caminho que devemos seguir pela vida é planejado e desenhado no lar, na família, qualquer planejamento feito posteriormente, incidirá sempre em grandes erros na rota da vida.

    Amar o próximo como a nós mesmos não é difícil, difícil é termos a coragem e a humildade de colocá-los no mesmo patamar onde nós nos encontramos.

    Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo.
    Frase interessante, mas a realidade é outra. Os religiosos amam a Deus sobre todas as coisas, mas colocam seus semelhantes abaixo de todos seus interesses.

    A paz tão almejada pela humanidade só se dará quando todos nós estivermos preocupados também com a paz dos nossos semelhantes, qualquer outro tipo de planejamento não terá validade alguma.

    Paulo Luiz Mendonça.

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  4. O que me revolta é a cegueira humana.

    Após ver vídeos horríveis da miséria da África, vi um comentário assim, (temos que agradecer a Deus pelo nosso alimento e também agradecer a Deus por termos nascido nesta parte do mundo.)
    Agradecer a Deus pelo alimento que temos! Agradecer a Deus por termos nascido nesta parte do mundo! Fazer oração para que Deus ajude os africanos que conversa mais tola, se Deus está em todo lugar naturalmente esta vendo todas aquelas atrocidades, não e preciso que o alertemos com orações E o que devemos fazer com Deus, culpá-lo pela miséria da África, pois não dizem os religiosos que Deus ajuda todos os necessitados, porque da toda ajuda a nós e não aos pobres coitados africanos sofredores, porque ele deixa a miséria assolar aquela região tão sofrida. Gente da minha terra abra os olhos encarem a realidade, e deixe desta idiotice de dizer que Deus nos protege, digo Deus pode até existir, mas não interfere em nada neste mundo.

    Paulo Luiz Mendonça.

    Nota. Se algum religioso disser que sou orientado pelo diabo, eu respondo: Não, sou orientado pelo bom senso, pela razão e pela minha inteligência, a qual não sofreu nenhum dano por lavagem cerebral.

    Fazendo a nossa parte.

    Quando construo alguma coisa as edificações estão ai para serem apreciadas, mas quando peço a Deus para fazer tais obras elas não aparecem, nem mesmo uma resposta negativa eu recebo.
    Quero dizer com isso que Deus não interfere, se queremos construir algo temos que por a mão na massa, se temos um problema para resolver temos que correr atrás, se estamos com problema de saúde temos que procurar um médico, é assim que as coisas funcionam. Buscar ajuda para nossas dificuldades em igrejas é algo sem sentido. O templo religioso não é hospital nem clínica de recuperação, a única coisa para quem ainda acredita que há nas igrejas, ou pelo menos deveria ser, lá é um lugar somente para meditação, aprendizado moral e aprimoramento da boa convivência com o intuito de aprimorar o amor ao próximo. Ir ao templo pedir prosperidade, pedir cura de doenças, pedir ajuda para resolver problemas financeiros, todas estas coisas, cabem a nós resolver.
    Quem muito pede, traz dentro de si um sinal de fraqueza e covardia na hora de enfrentar as dificuldades da vida.
    Quem nada pede é porque tem disposição e coragem para enfrentar o dia a dia sem medo de fracassar.

    Paulo Luiz Mendonça.

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  5. Uma forma de alcançar a verdadeira prosperidade à luz da Bíblia é cumprir o maior mandamento que Jesus nos deixou que é amar a Deus e ao nosso próximo como a nós mesmo. Tanto no Velho como no Novo Testamento nós vemos o cuidado de Deus em relação aos menos desprovidos e necessitados. O estabelecimento do Dízimo na lei, visava isto mesmo. Além da manutenção do Clero, o dízimo era para o auxílio dos ÓRFÃOS, VIÚVAS E ESTRANGEIROS. No Novo Testamento, vemos Jesus agindo da mesma forma, nunca pedindo dinheiro pra ele ou seu ministério, mas incentivando a prática da amor fraternal. Vejam o que ele disse para o jovem rico: “falta-te uma coisa: vende tudo o que tens e dá aos POBRES e terás UM TESOURO NO CÉU. Zaqueu ao encontrar-se com Jesus decidiu doar metade de seus bens aos POBRES e Jesus garantiu que naquele momento houve salvação alí.

    A igreja recém inaugurada no dia de pentecostes obedeceu o mesmo principio, onde os crentes se repartiam o que tinham e nada faltava aquela igreja que deve ser o modelo da igreja de hoje. Não vemos os apóstolos ensinando e COBRANDO o povo quanto ao ato de dizimar como fonte de prosperidade e nem tampouco alegando que tinham o direito de serem sustentados. Porém, todos se repartiam, se ajudavam, tinham tudo em comum e isso fazia a igreja cair na graça do povo e Deus acrescentando almas todos os dias. Isso que é prosperidade.

    Vale ressaltar que no grande dia, quando o Senhor e Rei nos chamar a prestação de contas, Ele não vai querer saber seu fui um dizimnista fiel ou ofertante, mas o critério do julgamento será mediante o que fizemos ou deixamos de fazer em relação ao nosso próximo (Mateus 25.34).

    Roubará o homem a Deus? SIM! Quando deixamos de ajudar a quem precisa de nossa ajuda, pois tanto no AT como no NT, Deus se identifica com os POBRES E NECESSITADOS. “Quando o fizestes (ou deixaste de fazer) a um destes pequeninos, a MIM o fizestes”.

    Nossa prosperidade reside nesses fatos e não em engordar a conta bancária dos sacerdotes modernos.

    Mais uma vez agradeço a Deus por esta lição que me fez descobrir a verdadeira fonte da prosperidade.

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  6. Nem pense em desistir

    O trabalho que tens feito é de grande valia para os professores de Escola Dominical e até para alunos estudiosos. Deus continue te usando e abençando a sua vida.

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  7. Muito bom.Tenho certeza que tudo posto aqui está sendo de grande valia para todos que tem acessado.Deus continue te abençoando.

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  8. Abençoado é a primeira vez que acesso ese blog e, com certeza não será a ultima, pois me ajudou muito.Que Jeová recompense com as mais ricas benções.

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  9. Uma benção Graças a Deus me ajudou muito !!! Que o Senhor lhe abençoe a cada dia com essa sabedoria tremenda !!!

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  10. Irmão Judson, a paz do senhor.
    Seus textos sobre as lições têm sido muito úteis na preparação das aulas que ministro na EBD. Espere que continue.

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  11. ACHEI MUITO INTERESSANTE SUA FALA, POIS SOU PROFESSOR DE ESCOLA DOMINICAL E ESSA LIÇÃO DE DOMINGO EU QUE VOU PASSA-LA AOS ALUNOS DA IGREJA.VC COMENTOU SOBRE CONSUMISMO,E É VERDADE, QUANTAS E QUANTAS PESSOAS FAZEM E COMPRAM COISAS SEM SABER QUE NO DIA DE AMANHÃ PODERIA SER MUITO DIFICIL CONTORNAR A SITUAÇÃO E ASSIM GERANDO DIVIDAS E MAIS DIVIDAS.

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  12. Judson,

    Você comentou acerca daqueles que dizem “viver pela fé”. Tais pessoas, por muito tempo, corromperam o verdadeiro sentido dessa frase. Espalhados pelo nosso país, são milhares os que ainda violentam a Bíblia, com o intuíto de obter vantagens à custa do esforço de muitos crentes desavisados e descomprometidos com as verdades da Bíblia.

    Oseias Balzaretti Ferreira

    Sem dúvida, Oseias. É preciso distinguir entre aqueles que exercem um ministério autêntico e por isso são dignos de receber salário e os que querem viver na base da malandragem.

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