Meditações ao acaso: Jeremias 20.14-18

Crer que a existência é uma dádiva melhor que a inexistência exige uma fé que vê além do invisível, uma expectativa que transcende a esperança.

Como crer nisso se, como bom arminiano, tenho de conviver com a possibilidade de perder a fé? E o “calvinismo” me faria ainda mais inconsolável, pois se alguns existem apenas para a condenação, como entender tal dádiva como superior à inexistência, a qual não comporta condenação alguma?

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