Uma aula de covardia: alunos são incitados a pisar no nome “Jesus”

Eu já disse (aqui e aqui) que o politicamente “correto” está criando uma geração não só de imbecis, porque é impossível não perceber tantas contradições, como também de covardes, tanto dos que se submetem de modo servil à nova moral anticristã quanto dos que agridem os bons valores na certeza da impunidade. Eu bem que tento ignorar a ladainha dessa raivosa militância fundamentalista, mas eles sempre se superam na sandice, e aí fica impossível resistir a um comentário. É que agora, assim como no Brasil se está tentado fazer da gayzice disciplina escolar, nos Estados Unidos a covardia virou exercício acadêmico. Vejam o extrato da matéria que saiu no Gospel+:

Um professor universitário sugeriu a seus alunos que escrevessem o nome “Jesus” num pedaço de papel e pisassem sobre ele, como parte de um exercício sobre debates durante uma aula de Comunicação Intercultural.

Entretanto, um dos alunos se recusou a fazer o que havia sido pedido pelo professor e foi suspenso pela direção da Florida Atlantic University.

O estudante que se recusou a pisar no nome de Jesus é um mórmon, e disse que se sentiu desrespeitado: “Eu não vou ficar sentado em uma classe para ter meus direitos religiosos profanados, e como eu estou sendo punido, vejo realmente dessa forma”, disse Ryan Rotela.

Já o professor Deandre Poole alegou que estava tentando ensinar aos alunos uma “lição de debate”, e que isso seria uma forma de forçar os alunos a enxergarem outras perspectivas.

A diretora da universidade afirmou à Fox News que “como em qualquer lição acadêmica, o exercício foi feito para incentivar os alunos a ver as questões a partir de muitas perspectivas, em relação direta com os objetivos do curso”, e que “apesar de, por vezes, os temas discutidos podem ser sensíveis, um ambiente universitário é um espaço para diálogo e debate”, afirmou Noemi Marin.

O que eu gostaria de perguntar a esse gênio da comunicação intercultural, que também é membro do Partido Democrata, é se ele teria coragem de mandar os alunos pisarem numa bandeira gay e apresentarem “novas perspectivas” sobre a causa. E se um gay se recusasse a pisar no colorido símbolo, o professor iria repreendê-lo? Iria a escola puni-lo com uma suspensão?

Outro sinal preocupante da covardia generalizada é que com certeza alguns alunos cristãos (católicos e evangélicos) participaram do “exercício” sem protestar. Só um “samaritano” mórmon se dispôs a peitar o canalha e a enfrentar as consequências. Alguém leia aí a primeira parte de Apocalipse 21.8 para esses cristãos… e para esta geração de mariquinhas.

Ao que parece, também os pouquíssimos órgãos da imprensa “progressista” que noticiaram o fato por aqui omitiram cuidadosamente o nome do professor e da escola (por exemplo, aqui). Pelo que percebi, apenas blogs e sites cristãos tiveram coragem citar os nomes, sinal de que nem tudo está perdido. Para ler a notícia em inglês, clique aqui.

Atualização (leia aqui).

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4 comentários em “Uma aula de covardia: alunos são incitados a pisar no nome “Jesus”

  1. há uma geração de covardes ,especialmente no meio dos que se dizem ¨adoradores musicais¨que estão em todos e qualquer programa de tv mundano juntos da queles que com Deus não querem nada.

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  2. Absurdo,vamos ter mais cuidado nas salas de aulas,pode acontecer com qualqer um,o diabo estar usando seus vasos para blasfemar o santo nome de Jesus

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  3. Acho que os alunos cristãos que não se manifestaram tem o mesmo “espírito” de Pedro (antes de se converter) e Pilatos. O pior que a cobrança (de uma posição) do Senhor virá.

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  4. Judson, quero muito compartilhar sua notícia, mas eu quero praticar aquilo que a Florida Atlantic University foi incapaz de ensinar aos seus alunos: um debate sadio sem desrespeitar ninguém. Dá uma revisada nos substantivos/adjetivos que você usou no penúltimo parágrafo. E me dá um retorno depois. Tudo bem?
    Abraços!

    Abel, eu até que costumo ser ponderado em minhas opiniões, mas essa turma do politicamente “correto” me tira do sério, e eu às vezes me dou o direito de espinafrá-los, como eles bem merecem, todavia sem me afastar da base da verdade. É o caso aqui. Por isso, não posso mudar os adjetivos, como você gentilmente solicita, até porque alguns leitores poderiam considerar isso um ato de covardia, eh, eh. Mas achei louvável a sua atitude de promover um debate sobre o caso, por isso recomendo que você, em vez de utilizar a minha postagem indignada, compartilhe a notícia do Gospel+, que é imparcial. Se você depois me informar o resultado do debate, terei muito prazer em publicar aqui. Combinado?

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