Dois “segredos” do socialismo moderno

Uma reportagem que li no Besta fubana revela dois “segredos” que são as meninas dos olhos dos intelectuais que se postam como pregoeiros do socialismo moderno nesta República que se parece cada vez mais com uma banana podre, decorada com as manchas da ideologia cubana. A matéria é justamente sobre Cuba e mostra a realidade de um povo que há cinco décadas vive sob os auspícios do amado, idolatrado, salve, salve regime de governo dos irmãos Castro.

O primeiro “segredo” é a razão de Cuba não ter classe média: “Os donos do poder sabem que da última vez que Cuba teve uma classe média, o ditador Fulgêncio Batista foi deposto. Por isso temem tanto o progresso individual. As profissões autorizadas prestam somente serviços básicos e foram submetidas a um pesado controle”. Lembram aquele discurso de Marilena Chauí, em que ela declara, sob fervorosos aplausos petistas, que odeia a classe média? A filósofa acusou a classe média brasileira de fascista, violenta e ignorante — a velha técnica da acusar para desviar a atenção da culpa.

Padaria no centro de Havana

Padaria no centro de Havana

O segundo “segredo” é  o do sistema econômico socialista: “Os pequenos agricultores foram acuados, forçados à produção de subsistência. Estão proibidos de abater o gado ou produzir queijo. O leite só pode ser vendido ao Estado. O governo paga 1.16 peso cubano pelo litro e o revende por 60 pesos cubanos nas lojas administradas pelo Exército. Pela reforma anunciada por Raúl os produtores poderiam trabalhar terras estatais improdutivas. Em contrapartida, teriam de apresentar resultados em dois anos. Sem poderem vender seus produtos a um preço justo há décadas, contudo nenhum deles conseguiu juntar dinheiro para investir”. Esse e outros exemplos demonstram que o povo cubano é escravo dos Castro, da mesma forma que nos tempos bíblicos os egípcios, pressionados ela fome, não tiveram outra alternativa senão se vender ao faraó. Em suma, o socialismo cubano é a versão mais selvagem que conheço do capitalismo. E, quando disseram que os médicos cubanos que aportaram no Brasil eram escravos, até não socialistas como eu chegaram a pensar que era exagero…

Com a palavra os cristãos que se espelham no marxismo para expressar a sua indignação com as injustiças sociais.

A não ser que a escravidão econômica seja agora o caminho da redenção.

Não deixe de ler a matéria completa (clique aqui).

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