Exclusão de Samuel Câmara é anulada

Ninguém ainda soltou a corda no cabo de guerra entre Samuel Câmara e José Wellington. Desta vez, o atual presidente da CGADB é que foi arrastado. Veja a notícia postada ontem no Facebook de SC:

O juiz da 5ª Vara Cível de Manaus, José Renier da Silva Guimarães, em sentença de mérito, declarou nulo o processo disciplinar de n° 36 e “todos os atos dele derivados”. Isto significa a reintegração imediata do pastor Samuel Câmara como membro da CGADB, em virtude de o Conselho de Ética e Disciplina e a Mesa Diretora da CGADB não lhe terem assegurado o contraditório e o amplo direito de defesa. A justiça demora, mas começa a ser feita. 

Para um esclarecimento sobre os meandros jurídicos, leia a opinião do pastor Geremias do Couto.

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4 comentários em “Exclusão de Samuel Câmara é anulada

  1. Não sou pastor e nem convencional de qualquer parte, mas tem muita gente enganada em relação ao Samuel Câmara…

    O SM é mais chegado ao poder e a eterna permanência nele que o JW… Ele fala que o fulano já está com 17, 20, 30 anos aqui e acolá e por isto já precisa sair… Mas ele é de estilo bem pior… Com ele seu reinado não dura só 17, 20 ou 30 anos… Ele é do estilo que força e insiste para entrar, depois de instalado ele coloca uma outra pessoa para trabalhar no cargo como representante dele… Aconteça o que acontecer ele vai continuar mesmo é no seu gabinete na televisão e em todas as frentes que assumir ele vai colocar um seu embaixador cumpridor de ordens… Esse é o estilo dele!

    Em alguns casos, depois de algum tempo para mostrar que pratica alternância no poder, ele arranja por acordos negociados um que o substitua sem qualquer autonomia, assim, na prática ele continua no poder e volta a hora que quiser…

    Ele é homem de televisão e de poder global.. Na prática ele muito raramente e muito raramente mesmo vai estar à frente de qualquer igreja fazendo coisas correlatas de um pastor tradicional como pregar constantemente, receber e conversar com os membros da igreja… E nisso ele é bem seletivo. O caso dele é sempre assumir e colocar um indicado para fazer o serviço. Ele fica de fora mas com o poder na mão…

    Quanto a democracia e a transparência que prega, ele não costuma informar nada à ninguém e não aceita qualquer posicionamento contrário… Se alguém fizer assim, sai do cargo na hora!!!

    Por fim, esclareço que no reinado dele um adversário e opositor igual ao próprio já teria sido NEUTRALIZADO e ESTORNADO para além do horizonte da igreja brasileira… E não conseguiria de jeito algum voltar!

    Em tempo:
    Conselho para o JW: Os pastores advogados devem tão somente compor o quadro da diretoria. Quando a CGADB tiver que trabalhar no campo dos processos deverá contratar advogados profissionais com banca e tudo. ok? Caso o estatuto não autorize essa prática, o mesmo deve ser mudado, ok?
    Quanto às decisões judiciais… Há decisões judiciais e há decisões que não deveriam ser chamadas de judiciais…
    Valendo dizer que assim como os processos deveriam ser isentos e técnicos, as decisões judiciais deveriam também ser isentas e técnicas. ok?
    A justiça também produz decisões e sentenças com influência ao gosto da mídia, da política, das amizades etc…

    Ao Pr. Judson Canto, um grande abraço!

    Atenciosamente

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  2. R$ 5.000,00? Muito pouco. Olha, a liderança da CGADB deveria repensar a sua postura de governo eclesiástico. Dirigir uma instituição como a CGADB da forma como vem acontecendo é um caso sério, para não dizer canalhice evangélica. Justiça foi bem feita em favor do pr. Samuel Câmara, um homem de Deus sério, honesto e temente a Deus. Agora, infelizmente há uns canalhas se fazendo cristãos sérios, mas praticando injustiça, presunção e estupidez. Basta!

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  3. Meu caro Judson,

    Li a sentença do Juiz do caso, deu pra perceber o seguinte: o “amadorismo” do Jurídico e do Conselho de Ética e Disciplina da CGADB é gritante, e estou falando com relação ao processo disciplinar apenas, aí não tinha como os advogados [da Convenção] conseguirem outra coisa da Justiça, “pegaram” uma sentença que declarou a nulidade do processo administrativo, que determinou a imediata reintegração do Pr. Samuel Câmara aos quadros da entidade e ainda foram condenados a pagar as custas processuais e os honorários dos advogados do Pr. Samuel, que foram fixados em R$5.000,00.

    Fica na Paz do Senhor.

    Muito obrigado pela informação, Fábio.

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  4. Que boa notícia! Já estava demorando! Logo, logo o pr. ivan bastos tbm irá vencer no julgamento do mérito. Aguardem!

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