Santa cacofonia

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Há poucos anos, a mocidade de uma das congregações da AD de Campina Grande (PB) realizou uma festa de seu círculo de oração, e, como de praxe, convidou um pregador de outra congregação.

Numa das reuniões, enquanto o pregador entregava a sua mensagem, uma irmã “cheia do óleo” desandou a bater palmas e a falar em línguas (muito) estranhas, naquele tom estridente que os assembleianos conhecem e que tem, entre outras funções, a missão de atrapalhar quem está pregando:

— Aaaaiiii! Mecanta! Mecanta! Mecanta!

O jovem que teve a pregação momentaneamente interrompida não comentou nada ao microfone, mas não pôde evitar o pensamento: “Se eu cantar essa irmã, ela não vai gostar”.

Contada por Emmanuel Martins, o jovem pregador da festa.
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