Educando pelo exemplo

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Na AD de Laranjal do Jari (AP), que já foi cenário de outra história contada aqui no blog, havia um diácono que era o responsável pela ordem no culto de adolescentes, tarefa que não é das mais fáceis, temos de reconhecer.

Mas as relações entre o diácono e o inquieto grupo tinham a complicação adicional de ser o obreiro daquele tipo que estava o tempo todo exigindo comportamento monástico dos jovens, fazendo cruzadas contra o chiclete e tentando a todo custo, pelo bem da reverência, coibir o flagelo dos flagelos desta geração de adoradores: o celular, usado sem moderação durante a oração, o louvor, a pregação ou em qualquer momento do culto.

Foi então que bem no meio de um discurso sobre o comportamento na casa do Senhor um celular começou a tocar bem alto, e pelo sagrado recinto ecoou o som da chamada: “Uma vez Flamengo, sempre Flamengo…”.

E a moçada não conseguiu segurar o riso, porque o som vinha justamente do celular do diácono.

Colaboração do Jardel França, diácono da AD de Laranjal do Jari, mas não o do 
hino do Flamengo.
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