Deus é mais poderoso que os mosquitos

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PernilongoEste é um caso sobre o qual algumas pessoas talvez ficassem constrangidas de testemunhar. Para outros, parece piada. Não para o irmão Valmir Benta. Era um daqueles convertidos assembleianos que não sossegava. Onde estava, tinha de evangelizar, e o seu entusiasmo contagiou a liderança da congregação de Espinheiros, em Joinville, que em pouco tempo o fez cooperador do trabalho, como se dizia.

Foi nessa época, quando auxiliava o dirigente da mocidade, que ele contou um testemunho bastante curioso, que publiquei no jornal O Assembleiano —  depois de confirmá-lo, claro.

O bairro Espinheiros praticamente se desenvolveu sobre um manguezal, e a parte não aterrada era um viveiro gigante de mosquitos e maruins, mosquitinhos invocados que voam silenciosos e têm uma picada dolorosa.

Certo dia, ao chegar do trabalho, o irmão Valmir deparou com um enxame de mosquitos que zunia pela casa toda. Uma pequena nuvem de insetos cobria a filha pequena que dormia em sua caminha.

Aflitíssimo, e sem nenhum tipo de veneno à mão, não teve dúvidas: dobrou os joelhos e orou, pedindo a Deus que resolvesse a situação. Segundo ele, a cena que se seguiu foi impressionante: como num efeito dominó, os insetos começaram a morrer em pleno voo e a cair ao chão. Em pouco tempo, o assoalho ficou coberto de mosquitos mortos até não sobrar nenhum inseto vivo.

Por não querer que a prova testemunhal se limitasse à família, chamou um conhecido e mostrou-lhe os mosquitos mortos amontoados no chão. No culto seguinte, como não podia deixar de ser, ele deu o seu testemunho à igreja.

O irmão Valmir Benta hoje é pastor.

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