Dilmês castiço ou Mais um motivo para os petistas odiarem Rui Barbosa

Pequena amostra de pérolas da presidenta em sua língua indo-europeia, do ramo itálico, grupo latino, subgrupo pré-neurônico:

O candidato morto é um político sem vida
“O Brasil está de luto e sentido com uma morte que tirou a vida de um jovem político promissor [Eduardo Campos]”.

O simples sobre o difícil que se torna viável
“Um grande varejista uma vez disse o seguinte, disse uma coisa muito simples e de fácil entendimento, que é muito difícil para o conjunto da população ou para muitas camadas da população, comprar à vista, mas que quando se compra a prazo, tudo fica mais viável”.

Meu bode, minha vida
“Os bodes, eu não lembro qual é o nome, mas teve um prefeito… teve o prefeito de Tejuçuoca e me disse assim: ‘Eu sou o prefeito da região produtora da terra do bode’. Então, é para que o bode sobreviva que nós vamos ter de fazer também um Plano Safra que atenda os bodes que são importantíssimos e fazem parte de toda tradição produtiva de muitas das regiões dos pequenos municípios aqui do estado [do Ceará]”.

Desconstruindo Magalhães
“Eu, para ir, eu faço uma escala. Para voltar, eu faço duas, para voltar para o Brasil. Neste caso agora nós tínhamos uma discussão. Eu tinha que sair de Zurique, podia ir para Boston, ou pra Boston, até porque… vocês vão perguntar, mas é mais longe? Não é não, a Terra é curva, viu?”.

Visivelmente oculta
“Se hoje é o Dia das Crianças, ontem eu disse que criança… o dia da criança é dia da mãe, do pai e das professoras, mas também é o dia dos animais. Sempre que você olha uma criança, há sempre uma figura oculta, que é um cachorro atrás, o que é algo muito importante”.

A difícil arte de entrar em si mesma  
“Ontem eu disse ao presidente Obama que era claro que ele sabia que depois que a pasta de dentes sai do dentifrício ela, dificilmente, volta pra dentro do dentifrício, então, que a gente tinha de levar isso em conta”.

Data para lembrar data
“Todos nós aqui sabemos que cada um de nós escolhe ─ a vida faz a gente escolher ─ alguma das datas em que a gente nunca vai esquecer dessa data”.

Rombo no cérebro
“Qual é o rombo? Eu vou dizer para vocês qual é o rombo. Eu quero saber o que há. Eu não sei o que há, não sei. Vocês sabem o que há? Vou fazer só um raciocínio: como vocês sempre sabem isso primeiro do que eu, porque está vindo através dos jornalistas, como eu não sei o que há. Me disseram que domingo pode ter outra novidade. Então, o que eu quero ver é o que há”.

De um sujeito de escasso miolo na cachola, de uma cabeça de coco velado, não se poderá esperar senão breves análises e chochas tolices. ─ Rui Barbosa (A imprensa e o dever da verdade).

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