Igreja mais viva, só que não

Vamos encerrar a semana com uma breve citação do missionário e teólogo E. Stanley Jones, do livro Cristo de todos os caminhos:

Na minha viagem pela América, fiquei surpreendido pela grandiosidade dos templos e o crescente uso de ornamentos e ritualismo. A impressão que isto dá é de que o milênio está do outro lado de uma igreja tão pomposa, um coro paramentado e uma solene procissão. Se a vida esti­vesse do lado destas coisas, então a Igreja Católica seria a mais viva, pois ela deixa o protestantismo desclassificado na competição de pompas e ritual. A Europa está cheia de magníficas catedrais e cristianismo cediço, de procissões religiosas e paralisia espiritual. Não, isto não é sinal de vida; e, no entanto, sentindo o vazio do interior, nós adicionamos coisas novas ao exterior, pensando que aparência de vida fará com que a vida surja. A história afirma que isto não acontece.

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