Feissibucando…


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Eu vinha desde muito tempo postergando a minha entrada no tal Facebook. Mas no último mês dezembro cedi à pressão de amigos e familiares e finalmente vim espraiar a minha ovina presença na famosa rede social. Na verdade, foi o meu filho que, depois de me ouvir dizer pela enésima vez que eu pretendia ter uma página no Face, assumiu o meu computador entrou no site do Zuckerberg e foi perguntando: “Nome?…” Ok, isso ele já sabia, mas foi extraindo de mim outras informações, e minutos depois lá estava eu feissibucando, já com três solicitações de amizade.

Ouvi muita coisa negativa sobre o Facebook: frivolidades, cenas constrangedoras, desabafos, 140 fotos da mesma pessoa numa única semana e informações que não interessam absolutamente. E é tudo verdade. Mas há coisas boas também. Você fica conhecendo o pensamento de pessoas interessantes, reencontra amigos de infância cheios de filhos e netos, pode ouvir boas músicas e preleções, acompanhar tendências, e assim por diante. Também há muitos vídeos de gatinho (que prometi nunca compartilhar, mas nem por isso vou me privar de assistir), e o humor compartilhado nas linhas de tempo merece um estudo à parte.

Já li profundas e pungentes considerações filosóficas de gente que se opõe a essa ferramenta popular de comunicação, mas acho que a melhor maneira de encarar o Facebook é não levá-lo muito a sério. É como passar por uma rua olhando as lojas, casas e cenas urbanas, deter-se um pouco diante diante de algo que nos prende a atenção e então seguir adiante, sem maiores envolvimentos.

Até que estou gostando da experiência, por causa das coisas boas que citei acima. As outras fazem parte e não me incomodam, apenas vou passando. E, devo dizer, até aquelas interações corriqueiras entre famílias, mostradas em fotos e textos, valem como testemunhos de bons momentos, que as pessoas têm o direito de compartilhar com quem quiserem. Acaba sendo uma das coisas boas também.

Já aumentei bastante a minha lista de amigos, e — quanta emoção! — houve até quem recusasse a minha solicitação de amizade e me bloqueasse. Ainda sou desajeitado com curtidas e compartilhamentos e cuido para não me distrair, porque essa coisa é viciante. Aguardo a sua solicitação de amizade.

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