Coisas que me fazem sentir bem (reedição)

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Um momento de oração à noite — que me dê a oportunidade de dizer a Deus o que não digo a mais ninguém.

A leitura de um livro — que me ensine algo, conte uma boa história ou toque a minha alma, seja com mãos de veludo, seja com um ferro em brasa.

Uma música melodiosa — que me obrigue a escutá-la de novo.

Um filme ou episódio de um seriado de TV — que tenha uma boa trama, não necessariamente um final feliz.

Uma taça de vinho — que não seja para o tratamento de nenhuma doença timoteana.

Um hino antigo — que me transporte para alguma antessala do céu.

Uma viagem — que ajude a ampliar o meu mundo interior.

Um comentário no blog — que me dê a sensação de que algumas de minhas postagens serviram para alguma coisa, afinal.

Um encontro com um amigo que não vejo há tempos — que tem a virtude de dar nova roupagem a velhas lembranças.

Deus é mais poderoso que os mosquitos

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PernilongoEste é um caso sobre o qual algumas pessoas talvez ficassem constrangidas de testemunhar. Para outros, parece piada. Não para o irmão Valmir Benta. Era um daqueles convertidos assembleianos que não sossegava. Onde estava, tinha de evangelizar, e o seu entusiasmo contagiou a liderança da congregação de Espinheiros, em Joinville, que em pouco tempo o fez cooperador do trabalho, como se dizia.

Foi nessa época, quando auxiliava o dirigente da mocidade, que ele contou um testemunho bastante curioso, que publiquei no jornal O Assembleiano —  depois de confirmá-lo, claro.

O bairro Espinheiros praticamente se desenvolveu sobre um manguezal, e a parte não aterrada era um viveiro gigante de mosquitos e maruins, mosquitinhos invocados que voam silenciosos e têm uma picada dolorosa.

Certo dia, ao chegar do trabalho, o irmão Valmir deparou com um enxame de mosquitos que zunia pela casa toda. Uma pequena nuvem de insetos cobria a filha pequena que dormia em sua caminha.

Aflitíssimo, e sem nenhum tipo de veneno à mão, não teve dúvidas: dobrou os joelhos e orou, pedindo a Deus que resolvesse a situação. Segundo ele, a cena que se seguiu foi impressionante: como num efeito dominó, os insetos começaram a morrer em pleno voo e a cair ao chão. Em pouco tempo, o assoalho ficou coberto de mosquitos mortos até não sobrar nenhum inseto vivo.

Por não querer que a prova testemunhal se limitasse à família, chamou um conhecido e mostrou-lhe os mosquitos mortos amontoados no chão. No culto seguinte, como não podia deixar de ser, ele deu o seu testemunho à igreja.

O irmão Valmir Benta hoje é pastor.

Coisas que me fazem sentir bem

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Um momento de oração à noite — que me dê a oportunidade de dizer a Deus o que não digo a mais ninguém.

A leitura de um livro — que me ensine algo, conte uma boa história ou toque a minha alma, seja com mãos de veludo, seja com um ferro em brasa.

Uma música melodiosa — que me obrigue a escutá-la de novo.

Um filme ou episódio de um seriado de TV — que tenha uma boa trama, não necessariamente um final feliz.

Uma taça de vinho — que não seja para o tratamento de nenhuma doença timoteana.

Um hino antigo — que me transporte para alguma antessala do céu.

Uma viagem — que ajude a ampliar o meu mundo interior.

Um comentário no blog — que me dê a sensação de que algumas de minhas postagens serviram para alguma coisa, afinal.

Um encontro com um amigo que não vejo há tempos — que tem a virtude de dar nova roupagem a velhas lembranças.

A morte que trouxe livramento e salvação — mas não estou falando de Jesus

Folheando hoje um exemplar de O Assembleiano, editado por esta ovelhinha, deparei com uma notícia que mostra como os caminhos deWaltraud Kohn Deus podem ser estranhos. E, em tempos de tanto ceticismo, nada como um testemunho autêntico (nunca publiquei nada desse tipo sem a  confirmação de pessoas idôneas) para soprar as cinzas da fé, por isso resolvi compartilhar a história com os meus poucos e fiéis leitores.

Numa congregação da AD de Joinville, no distrito de Pirabeiraba, o culto de domingo à noite foi interrompido quando uma irmã do auditório pareceu desmaiar. Algumas pessoas correram para ajudar e logo perceberam que ela estava morta — ataque cardíaco, foi o que se confirmou depois. Entretanto, por trás dessa morte tão comum, descobriu-se um enredo que a tornava especial.

O nome da mulher era Waltraud Kohn (foto), de 53 anos. Ela se decidira por Cristo alguns anos antes, e desde a sua conversão, sofria  com o antagonismo e a violência do marido beberrão. A situação foi ficando insustentável, e ela começou a orar para que Deus a livrasse daquele sofrimento. Certo noite, quando ela participava de um culto em Nova Brasília — outra congregação da AD joinvilense —, alguém lhe entregou uma mensagem profética. De acordo com a profecia, Deus iria livrá-la, “mas não da maneira que ela queria”.

No dia seguinte, 5 de junho de 1988, ela falou para o marido, antes de sair de casa: “Até agora eu chorei por tua causa, mas de hoje em diante tu vais chorar por mim”. À noite, exatamente 24 horas depois de ter recebido a mensagem profética, os sofrimentos dela acabaram.

E, além de livramento, a morte da irmã Waltraud ainda contribuiu para a salvação de duas filhas casadas, que se decidiram por Cristo uma semana depois.