O balido chega a 1 milhão de acessos

1000000-de-acessos

O blog contabilizou hoje um milhão de acessos. Não é um número tão impressionante, após sete anos e meio de atividades, mas acho que vale o registro. Mesmo que a produção de textos esteja meio parada faz algum tempo, a média em 2016 foi de 304 acessos diários. Então, muito obrigado aos meus poucos e fiéis leitores.

Estas foram as postagens mais acessadas até agora:

1. Morre o pastor David Wilkerson More stats 182.734
2. Devemos dar o dízimo do líquido ou do bruto? More stats 44.720
3. Notícia de cristãos queimados vivos é falsa More stats 40.836
4. Apresentação de crianças e o “exemplo de Jesus” More stats 26.979
5. Algumas curiosidades sobre os Profetas Menores More stats 15.634
6. Versão on-line do VOLP com nova ortografia More stats 13.565
7. O verdadeiro dom de revelação More stats 10.395
8. Pastor Silas Malafaia desliga-se da CGADB More stats 9.748
9. Polícia Federal investiga Samuel Câmara More stats 8.917
10. Bíblia Dake: pastor Antonio Gilberto fala a O balido More stats 8.817

Estiagem mental

E este recesso criativo que não acaba?

Parece que tem chiclete no teclado.

Pronto para recomeçar

icone-notas-diariasQuando o blog completou sete anos, prometi retomar as atividades praticamente interrompidas desde o início do ano por conta de um bloqueio criativo (isso existe) que veio se agravando mês a mês. Achei que com alguns chutes poderia acordar os meus dezessete neurônios deitados em berço esplêndido e colocá-los para trabalhar, mas parece que eles estavam pregados na cama. Durante esse recesso, tive novas ideias e ressuscitei outras antigas, que também arranjaram um leito para dormir o sono da indolência.

Publiquei apenas vinte postagens este ano, e das últimas cinco, quatro foram notícias da morte de pessoas importantes do meio evangélico com quem tive alguma interação (assumi comigo mesmo o compromisso de registrar essas mortes). Por isso, antes que o blog vire uma coluna de necrológios ou fique parecendo um jardim da saudade, retomo hoje as postagens diárias (ou quase) depois da promessa não cumprida de aniversário. Como gosto de publicar material inédito, apelando poucas vezes para a pesca de aquário e sempre com um bom motivo, a responsabilidade que me imponho é mais pesada que a da maioria dos meus colegas blogueiros, pelo menos nesse aspecto.

Fico lembrando também que, com evidentes ressalvas, escrever é o meu talento, e me sinto em dívida com os meus poucos e fiéis leitores quando deixo de exercer essa tarefa, principalmente porque o Reino de Deus está envolvido e o meu débito maior talvez seja com Ele. Por isso, estou mais uma vez refazendo a estrutura interna do blog. E, agora que obtive o registro profissional de jornalista, tenho intenção de tornar este espaço mais informativo, com entrevistas e outras matérias exclusivas. Pretendo ainda me aproximar um pouco mais dos leitores com a inclusão mais amiúde de fatos do meu cotidiano. Nesse meio-tempo, vou tentar trazer os meus acomodados operários mentais de volta à realidade — com a ajuda de um pé de cabra, se for preciso.

P.S.: Por falar em postagens sobre morte, soube que o pastor Raimundo de Oliveira, escritor da CPAD, morreu ontem em consequência de complicações pulmonares e cardíacas. Tive a oportunidade de conversar com ele uma ou duas vezes e passou-me a ideia de uma pessoa gentil e humilde. Fica aqui o devido registro, mas nem vou fazer uma postagem à parte, porque os leitores já devem estar assustados com o blog.

O balido faz sete anos hoje

Pois é. O blog anda meio parado, ainda respirando por aparelhos. Neste ano do Senhor de 2016, foram apenas doze publicações, treze com esta.  Meus dezessete neurônios recusam-se a encerrar o recesso criativo, como deputados que, não satisfeitos com longas férias, resolveram estender a folga por todo o mandato.

Mas resolvi retomar as atividades assim mesmo, a partir desta data, porque penso a capacidade de produzir umas pobres linhas foi o dom que Deus me deu, e às vezes tenho a grata surpresa de saber que já ajudei algumas pessoas com isso.

Não quero viver a síndrome do talento enterrado, então que com o texto bruto e apressado deste espaço eu possa acrescentar aos cofres do Reino um mínimo de juros.

Me adicionem!

Depois de muita gente muito insistir, deixei de lado a minha teimosia jurássica e abri uma conta no Facebook. 

Ainda não sei usar muito bem essa ferramenta, por isso tenham paciência comigo. Na medida do possível, vou melhorando o meu perfil, mas já aviso que não vou postar vídeos de gatinho.

Todas as solicitações de amizade serão bem-vindas.

Acesse lá, e o resto você já sabe:

Facebook do Judson

P.S.: O que está acontecendo comigo? Já comecei a ceder ao celular e agora me rendo ao Faceboook. Maranata, por favor!